Refletindo com Janethe Fontes

Caros leitores,

É com muita honra que hoje lanço aqui no blog uma nova seção: Refletindo...

Isso mesmo! Refletindo... é uma seção onde você poderá saber um pouco mais sobre seu autor preferido e, ao mesmo tempo, refletir com suas palavras, seus ensinamentos, suas dicas, enfim... Quem nunca quis saber um pouco mais sobre a pessoa que está por trás dos livros que tanto amamos ler e entramos em um mundo mágico através de suas histórias, sejam elas de qual gênero for, mas o que importa é que elas nos fazem esquecer da vida por um momento, nos transporta para um mundo novo cheio de conhecimento e aventuras,  que aflora sentimentos à flor da pele e faz com que sonhamos acordadas com os mais diversos e inesperados personagens, que acabam nos arrebatando e nos emocionando quando lemos!

Então, com esse intuito, que hoje, pela primeira vez, trago aqui no Sonho de Reflexão, uma entrevista maravilhosa e, ao mesmo tempo, reflexiva que fiz com a autora do livro nacional Vítimas do Silêncio: Janethe Fontes.

A Janethe é um doce de pessoa e vocês vão adorar saber um pouquinho mais a respeito  da autora e sua obra. Eu adorei conhecê-la, ainda mais depois de ler Vítimas do Silêncio, que me proporcionou tamanha emoção e até comentei sobre isso na minha resenha.

Então, vamos conhecê-la um pouquinho?

REFLETINDO COM A AUTORA
JANETHE FONTES


Boa tarde, Janethe!

Primeiramente, quero agradecer pela sua disponibilidade e gentileza em ceder essa primeira entrevista ao Sonho de Reflexão e pelo excelente trabalho que vem fazendo como escritora através da literatura nacional.

I 

Nessa primeira parte da entrevista, vamos falar sobre você, para que os leitores possam te conhecer melhor.


1. Janethe, primeiramente gostaria que falasse um pouquinho mais sobre você. Como você se define?

Confesso que sempre acho muito estranho falar de mim mesma... Talvez seja por causa dessa minha timidez quase crônica. Mas, vamos lá. Vamos tentar o básico: Sou uma sagitariana de 39 anos apaixonada pela vida, pela família, incluindo meus filhos de 04 patas, e também pela natureza. Sou naturalmente teimosa (veja meu signo) e por isso muito persistente quando almejo alguma coisa.

Carla: Somos duas, porque também acho estranho falar de mim. Prefiro que meus amigos me definam. (risos).


2. Além de escrever, como ocupa seu tempo?

Trabalhando muito. Afinal, enquanto não consigo meu espaço no meio literário, o jeito é manter meu emprego na área de seguros, onde corro o dia inteiro. E no final de semana ainda tenho que me dividir entre a família e tocar meus projetos literários. É mole? (rs).

Carla: É dureza mesmo! Vida de escritor não é fácil, não! (risos).


3. Como você foi apresentada ao mundo da leitura? Como surgiu essa paixão? Qual a recordação que você tem do primeiro livro que leu?

Muito cedo. Lembro que aos 13 anos de idade freqüentava assiduamente a biblioteca da escola em busca de livros, já que não tinha dinheiro para comprá-los. Lembro também que o 1º livro que li – Olhai os Lírios do Campo de Érico Veríssimo - me impressionou bastante (nem lembro exatamente o motivo).

Carla: Também comecei a ler desde criança. Esse livro é lindo! Li-o na época da escola e emocionou-me muito!


4. Quem foi sua grande influência?

É difícil apontar um único escritor, pois sou muito eclética em termos de leitura. Mas posso dizer que minha paixão pela literatura começou com Érico Veríssimo e Machado de Assis. Mas também já fui fascinada por Agatha Christie e vários outros da linha romance-policial.

Carla: Também sou. Adoro Agatha Christie!


5. Quem foi sua grande inspiração?

Novamente não vou apontar um único escritor, pelos motivos já expostos na questão 4. Veja ainda que a linha seguida em Vítimas do Silêncio, romance com pano de fundo que aborda a questão do abuso sexual contra as mulheres, não é tão comum na literatura de ficção.


6. Quando começou a escrever e como surgiu esse dom tão especial?

Olha, embora a vontade de escrever tenha aflorado cedo, somente aos 28 anos de idade, após ler algumas reportagens sobre a violência contra a mulher, foi que, finalmente, criei coragem para seguir meu coração e comecei a escrever Vítimas do Silêncio. Na realidade, sou muito crítica comigo mesma e com meu trabalho. Sou meu pior algoz, por isso levei tanto tempo para me encorajar.


7. Ser escritora sempre foi um sonho ou foi algo que veio naturalmente e as coisas começaram a fluir?

Como já revelei acima, a verdade é que até 28 anos de idade eu tinha muita dúvida quanto a minha capacidade para escrever um “bom” livro. Afinal, sempre acreditei, e ainda acredito, que “gostar de escrever” não torna ninguém escritor. Para desenvolver um livro é necessário muito trabalho, além de bastante disciplina e dedicação. Assim, primeiramente foi necessário superar o medo para começar a desenvolver meu primeiro livro.


8. Fale um pouco dessa experiência.

Escrever é maravilhoso, sem dúvida alguma. Mas é também uma necessidade premente que não te deixa em paz, até que você dê vida às inúmeras personagens que pairam no seu imaginário. Uma necessidade diária que te devora... No entanto, repito que sou muito crítica com meu trabalho. Então, leio e releio várias vezes o romance depois de pronto; até que, num determinado momento, me canso de tanto ler e reler e aí começo a enviar às editoras.


9. O que acha do surgimento dos novos talentos brasileiros? E como você vê a literatura nacional no Brasil? Você acha que existe preconceito por parte de alguns leitores?

Posso estar redondamente enganada, mas acho que o preconceito é muito maior por parte das editoras, que investem pouquíssimo em autores nacionais, do que por parte do leitor. Quero ainda salientar que quando falo em investimento não estou falando apenas da publicação de livros de autores nacionais, mas, também, de investimento no autor, de divulgação, de marketing. Do contrário, não vinga. É preciso investir mais na literatura e no autor nacional. Veja quantos bons escritores surgiram recentemente e que “penaram” muito, mas muito mesmo, para verem seus trabalhos editados. A realidade é que maioria teve de pagar a primeira edição do próprio bolso, como, por exemplo, o André Vianco, que está fazendo muito sucesso com suas histórias “vampirescas”.

II 

Nessa segunda parte da entrevista, vamos falar sobre as suas obras, especificamente sobre Vítimas do Silêncio.


1. “Vítimas do Silêncio” é seu primeiro livro publicado?

Sim, esse livro é o meu primogênito em tudo: desde o desenvolvimento até a edição.


2. O que levou-a a escrever esse livro?

Acho que a paixão pela escrita e o desejo de falar sobre um assunto que me assusta, que me revolta: a violência contra a mulher.


3. Fale um pouco do processo de desenvolvimento até chegar a publicação.

O processo de desenvolvimento de Vítimas do Silêncio aconteceu em etapas, fases. Primeiro, surgiu a vontade de escrever. Depois, fui imaginando uma historia; a princípio, de forma um tanto caótica, mas depois fui conseguindo organizar as ideias, o enredo. Demorei um pouco para colocar tudo num papel, porque o tema abordado demandava muita leitura, muita pesquisa e dedicação. Obviamente a produção de um livro demanda algum tempo. Mas como não sou advogada, não sou médica e não fui vítima de nenhuma violência sexual, tive de pesquisar muito para construir as personagens e as cenas de uma maneira verossímil. Depois de compor tudo isso mentalmente é que passei a redigir o livro. E ainda assim tive de interromper o processo algumas vezes para nova pesquisa ou mesmo porque a história havia tomado um rumo um pouco diferente da que foi pensada no início. Acho que é sempre assim: De repente, parece que a historia toma seu próprio rumo... que os personagens criam “vida” e passam a ditar a historia para o escritor.

Quanto à publicação foi muito mais complicada e morosa. Tanto que depois de algumas tentativas frustradas de publicar, sem conseguir sequer uma resposta às várias cartas e originais que mandei às editoras, pensei até em desistir e “engavetei” Vítimas do Silêncio por vários anos (não é a toa que a história se passe no período de 1988 a 1997, eu comecei a escrevê-lo em 1998). Somente sete anos depois, consegui um editor que realmente apostasse em meu trabalho, que foi o Luis Matos da Universo dos Livros, pelo qual tenho verdadeira gratidão. 


4. De onde veio a inspiração para criar essa história?

Como já disse em outras entrevistas, essa é uma pergunta recorrente. Acho que todo mundo sempre quer saber qual o motivo para escrever sobre um assunto tão forte... de onde veio a inspiração. E o mais engraçado é que nunca tenho uma resposta 100% racional para esta pergunta. Mas o fato é que a violência sexual e a violência doméstica sempre me incomodaram e incomodam muito. Não sei explicar exatamente o motivo desse incômodo. O que posso lhe dizer de concreto é que os números da violência contra a mulher são simplesmente alarmantes, e parece que a violência tem aumentado cada vez mais. E isso me assusta, como já disse anteriormente... me incomoda o sentimento de impotência. Falar sobre esse assunto talvez seja uma forma de expurgar esses sentimentos.


5. Em quem você se inspirou para criar os personagens Margarida e o William? E os nomes?

Para ser franca, os nomes sempre me ocorrem como num estalo. Nunca fiquei muito tempo me perguntando quais nomes adotar ou mesmo pesquisando sobre o assunto. Quanto as(os) personagens, são frutos de bastante pesquisa.


6. Amei a música brasileira que você colocou como tema dos protagonistas, pois sou grande fã de MPB. Ela também foi importante no processo de criação?

Sim, pois, em minhas histórias, a música tem a incumbência de falar pelas minhas personagens aquilo que nem sempre elas conseguem ou podem esboçar em palavras. Tem ainda a incubência/intenção de fazer o leitor sentir o que a personagem está sentindo.


7. Já passou por alguma experiência pessoal para criar temas fortes como pano de fundo?

Essa também é uma pergunta recorrente. Mas não. Graças a Deus, não.


8. Você espera ou imagina que o livro possa dar força a quem tenha passado ou esteja passando pelo que a Margarida passou?

Ah, não nego que seria muito gratificante se realmente eu pudesse “dar força”, levar algum conforto a alguém que tenha passado pelo que a Margarida passou.


9. Me identifiquei imediatamente com o Will, porque passei pelas mesmas emoções, anseios, frustrações e conflitos que ele, mas o meu caso é completamente diferente. Por isso, quero saber um pouco mais acerca da deficiência física. Quem te inspirou a criar um personagem com tantas limitações, mas que soube dar a volta por cima e superá-las?

Sinceramente, não criei as personagens desse livro baseada em nenhuma pessoa do meu convívio. Assim como não tenho casos semelhantes em minha família ou vizinhos próximos. Todas as(os) personagens criadas foram frutos de muita pesquisa, para que eu pudesse construir a história de uma maneira mais verossímil.

Nota: Fico muito feliz que você tenha se identificado com o William. Esse personagem foi criado/moldado com muito carinho.


10. É verdade que "Vítimas do Silêncio" era para ser uma trilogia? Terá continuação? Fale um pouco mais sobre isso.

Puxa! Você está bem informada, heim?! (rs). Sim, Vítimas do Silêncio nasceu com a humilde pretensão de ser uma trilogia, por isso deixei cautelosamente algumas “janelas abertas”. Mas a continuação de Vítimas do Silêncio dependerá, obviamente, do sucesso do primeiro. Afinal, não é fácil, no Brasil, editar um livro, imagina uma trilogia.


11. Há uma grande expectativa por parte de alguns leitores aqui do blog. O que os espera ao lerem o seu livro?

Uma linda história de amor, coragem, determinação e superação, como você retratou tão bem em sua resenha. Novamente, meus parabéns pelo seu trabalho, pela maravilhosa resenha.


12. Qual a sua expectativa?

Procuro não colocar expectativas demais sobre os meus livros, pois, como dizem por aí, quanto maior for a expectativa, maior será o caminho da frustração. 


13. Tudo aconteceu como você esperou e planejou?

Não. Nada aconteceu como esperei ou planejei (rs). Por um erro interno, a editora não me enviou a capa do livro e nem a sinopse para aprovação. Também não me informou quando o livro ficou pronto. Descobri quase por acaso. É brincadeira?!


14. Nesse processo todo até a edição, quais foram as suas maiores dificuldades e vitórias?

A maior dificuldade foi encontrar uma editora que apostasse em meu trabalho, como já disse anteriormente. E a maior vitória foi ver o livro publicado, sem dúvida alguma.


15. Qual a mensagem que você quer deixar a todas as mulheres "Vítimas do Silêncio" e aos deficientes físicos no mundo todo?

Puxa, que responsabilidade, hein? Você realmente me pegou. Travei por completo nesta pergunta. Afinal, qual mensagem eu poderia passar que pudesse trazer algum alívio ou esperança, me perguntei por horas a fio? Daí então me lembrei de uma mensagem pequena mas muito bonita de Jean-Paul Sartre: “Não importa o que o passado fez de mim. Importa é o que farei com o que o passado fez de mim.”


16. Fale um pouco mais sobre seus outros projetos? Algum novo livro em andamento?

Tenho na verdade 03 livros prontos, “engavetados”, aguardando apenas por uma oportunidade. Sendo que um deles, Sentimento Fatal, já está sob contrato para publicação. Assim, muito em breve terei novidades. Aguardem!!


17. Se sim, fale mais sobre ele e o que vai abordar?

Sentimento Fatal aborda o amor exacerbado e uma das formas mais comuns de manifestar esse sentimento: o ciúme. Sentimento esse que sob controle até pode dar uma “apimentadinha” na relação, mas que sem controle pode acarretar sérios problemas.

SINOPSE


Por amor se mata? O amor destrói?
E o ciúme, pode ou não ser controlado?

Sentimento Fatal levará você a pensar nessas questões e rever seus conceitos... todos os seus conceitos em relação ao amor.
....
Dividida entre a paixão avassaladora do marido Roberto, que tem um ciúme doentio, e o grande amor de infância de Daniel, que ela torna a encontrar dez anos depois, Adriana Diniz Martinez terá de vencer o medo e reencontrar a si mesma... Lutar pela própria integridade e também pela filha Letícia, pela qual é capaz de tudo, sobretudo suportar a violência do marido, sobretudo suportar a própria infelicidade.
....


III 

Nessa terceira parte da entrevista, vamos aos breves momentos de descontração e de reflexão, é claro!


a) Um livro: Nossa, são tantos que citar apenas um me parece uma grande injustiça! Mas vamos lá, vou citar um que me impressionou bastante na adolescência: Olhai os Lírios do Campo, de Érico Veríssimo.

b) Uma história marcante: Já li várias histórias que me marcaram de alguma forma. Na realidade, acho que todo bom livro tem uma tendência a nos deixar uma marca, nem que seja pequena.

c) Um gênero literário preferido: Romance.

d) Um(a) personagem inesquecível: Madame Bovary.

e) Um(a) personagem dos sonhos: Pode ser o William de Vítimas do Silêncio?? (rsrs). Fala sério, ele é realmente muito fofo. Não acha?

Carla: Pode, com certeza! Ele é fofo mesmo! Quero um para mim! (risos).
 
f) Um(a) personagem detestável: Não lembro neste momento.

g) Um(a) autor(a) internacional: São tantos também! Mas desta vez não vou cometer nenhuma injustiça e citar apenas um, pois seria imperdoável deixar de citar: Flaubert, Dostoievski e até mesmo Agatha Christie. Há também vários outros autores atuais que curto bastante, apesar dos “críticos literários” achá-los horríveis (rs)

h) Um(a) autor(a) nacional: Vou citar Machado de Assis. Mas há vários outros.

i) Uma música: Eu sei que vou te amar.

j) Um(a) cantor(a) nacional: Adoro rock (romântico) e também MPB. E como ótimos representantes desses estilos musicais posso citar o saudoso Renato Russo do Legião Urbana e a atual Ana Carolina.

k) Um(a) cantor(a) internacional: Jon Bon Jovi

l) Uma banda: Legião Urbana

m) Um filme: Recentemente me impressionei bastante com o filme AVATAR, pois, apesar do contexto simples, a mensagem de ‘consciência ecológica’ que o filme tenta passar é muito linda. Amei!

n) Um ator: Tony Ramos

o) Uma atriz: Glória Pires

p) Um seriado: Não gosto muito de seriados. Mas adorava Arquivo X. Esse seriado deixou saudade.

q) Uma inspiração: A vida

r) Uma vitória: “Ser mãe” (de dois lindos filhos)

s) Uma derrota: Ter perdido meu pai antes de conhecê-lo mais a fundo

t) Uma qualidade: Persistência

u) Um defeito: A persistência, que alguns chamam de teimosia, é uma das minhas maiores qualidades mas é também um dos meus piores defeitos, pois, às vezes, demoro bastante para cair “na real”. Entende?

v) Um sonho: Sou muito sonhadora. Mas, atualmente, meu maior sonho é poder viver da literatura.

w) Uma reflexão: Aquilo que não me mata, me fortalece (Nietzsche)

Carla: Que coincidência! Li essa frase no livro "Quando Nietzsche Chorou", do Irvin D. Yalom. Linda, né?

x) Janethe Fontes x Janethe Fontes: Sou uma pessoa simples. Não tenho muito o que falar de mim mesma.


Janethe, mais uma vez, agradeço pela entrevista e pela ótima oportunidade de conhecê-la um pouco mais e a sua obra. Quer deixar uma mensagem aos leitores do blog? Seus contatos e onde adquirir seus livros? Fique à vontade!

Gostaria primeiramente de agradecer a você Carla pelo espaço neste maravilhoso blog, pela oportunidade de “falar” sobre minhas obras e sobre mim.

Gostaria também de salientar a todos que estiverem lendo esta entrevista que um livro traz ao leitor no mínimo entretenimento, pois se contar o conhecimento da própria língua e as outras inúmeras vantagens que um bom livro pode trazer, pode-se afirmar, com toda convicção, que a importância da leitura na vida das pessoas é simplesmente imensa. E é por isso que é tão importante que o leitor adapte a leitura ao seu dia a dia.
Quero ainda agradecer de coração a todos que prestigiaram ou que estão prestigiando meu trabalho e também aos meus antigos e novos seguidores. Muito obrigada mesmo a todos!!

Meu e-mail para contato é janethefontes@gmail.com

Nota: Vítimas do Silêncio pode ser adquirido em diversas livrarias físicas e virtuais e também diretamente comigo (e-mail acima).

Beijos a todos.


♥•.¸¸.•♥´¨´♥•.¸¸.•♥•.¸¸.•♥´¨´♥•.¸¸.•♥•.¸.•♥

E aí, gostaram da entrevista e de conhecer um pouquinho mais a Janethe?

Espero que sim.

Desculpem qualquer erro ou algo do gênero, mas essa é a primeira entrevista que faço e espero que seja a primeira de muitas.

11 comentários:

  1. Amiga, você se superou, arrasou mesmo!
    Tirou da Janethe a essência!
    Adorei conhecer não só a ela mais um pouco como a você também!
    Fiquei de cara aqui!
    Parabéns às duas!
    Uma das melhores entrevistas com autor que já li!
    beijão!

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  2. Ai, fico tão feliz por vc estar abrindo mais esse espaço tão especial em seu Blog, ficou tudo... Você merece!!!!
    Parabéns!!!
    xeru

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  3. A-d-o-r-e-i!!
    Eu já li o livro e ele é maravilhoso!
    Adorei saber mais sobre a criação dele e matar muito a curiosidade sobre a Janethe!
    Amei!!

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  4. ficou muito legal Carla. Parabéns pela nova seção, sempre estarei acompanhando. ^^
    beijos

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  5. Parabéns, Carlinha! Bom conhecermos mais sobre os autores. Vou ler Vítimas do Silêncio e volto pra comentar. Bjs.

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  6. Adorei a nova coluna e conhecer os autores brasileiros sempre é bom!!

    Parabéns =)

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  7. Oi Carla!

    Ótima entrevista, mesmo sendo extensa foi excelente, li com todo prazer! Gostei muito de conhecer a Janethe e a entrevista me deixou com vontade de ler o livro, muito bom! Abraços Carla, quem sabe no futuro se meu sonho de ter um livro publicado for realizado eu possa estar nessa coluna, né? Fico feliz por este espaço. Um grande abraço minha querida amiga Carla!

    Laerte Lopes - Blog Medo

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  8. É realmente interessante abrir um espaço para os autores de livros. E muito esclarecedora a entrevista da Janethe Fontes. Não deve ter sido fácil realmente manter na gaveta o seu trabalho durante tantos anos. Mas, como boa sagitariana, ela persistiu e conseguiu.
    Espero mais sucesso ainda na sua nova obra.
    Parabéns pela entrevista.
    Beijos.
    Junnior.

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  9. Adorei a entrevista!
    Acho muito importante que os blogueiros abram espaço para os autores nacionais =D
    Parabéns pela entrevista ^^

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  10. Adorei essa entrevista! Concordo com a autora, acho que existe o preconceito muito mais por parte das editoras do que dos leitores... nunca me lembro de ter pego um livro e ter falado: "Vou ler porque é nacional" ou "Blagh! Nacional? Eca", rs. Prabéns pela postagem. =)

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  11. Amei a entrevista :D, ainda bem que já ganhei o meu "Vítimas do Silêncio" porque se não iria enlouquecer depois dessa entrevista...
    Beijos

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