Por Falar em Disputa... - Aline Negosseki Teixeira

POR FALAR EM DISPUTA...
ALINE NEGOSSEKI TEIXEIRA

Antes de começar a falar sobre o enredo desse livro, que é fruto primogênito do projeto Oficina Romântica, editado pelo selo Letríssima Publicações, com 248 páginas, cuja capa é uma aquarela pintada pela própria autora, quero dizer como cheguei nele.

Já tinha ouvido falar da autora Aline Negosseki Teixeira através do livro O Último Baile do Império (cuja segunda edição será lançada mês que vem. Saiba mais informações abaixo), que ainda não li, mas pretendo ler; e um dia, no chat da Blogosfera Literária, vi a Lariane e, no dia seguinte, a Sabrina, do blog Leituras & Devaneios, tecendo elogios a um livro, que até então eu desconhecia, e fiquei curiosa, quando elas citaram alguns personagens e situações corriqueiras vividas por eles. Querendo saber mais a respeito, acessei o site oficial da autora, li a sinopse e achei que o enredo era a minha cara, já que a capa alegre e caprichada foi a segunda coisa que chamou-me a atenção. Como não podia esperar mais para aguçar a minha curiosidade, acabei comprando o livro, que é um romance nacional maravilhoso, diretamente com a Aline, que é um encanto de pessoa. Bem, chega de devanear e vamos ao livro... (risos).

Aos 19 anos, Anna Maria Schöll é uma linda, meiga, doce, cativante e ingênua jovem da cidadezinha de Cafeara. Sua candura e simplicidade encantava todos que a conheciam, além de ter diversos admiradores e sentia-se lisonjeada com isso. Filha do agricultor Constantino, que era um homem jovial, muito zeloso e, ao mesmo tempo, severo e rígido na educação dos filhos, especialmente das filhas que mantinha sobre rédea curta por preocupar-se com a felicidade e integridade delas, mas Anna não queria mais viver nessa redoma, porque senão nunca ia ter a chance de encontrar o seu grande amor.

Aos 28 anos, José Vítor Nogueira, seu vizinho, companheiro e melhor amigo de infância, era também seu confidente, que sempre zelou por ela, que não entendia o motivo de tanto desvelo de sua parte. Apesar de ser filho único, Zé tinha uma relação harmoniosa com Sandra, sua mãe, que cuidava com esmero do seu bem-estar e tinha uma aura transparente e meio intuitiva em relação às pessoas. Apesar de ser machista, Zé era um homem sensível, transparente e sincero.

Um dia, Anna conhece Daniel Mendes, um moreno de olhar misterioso e sagaz, que emana uma autoconfiança indiscutível e exala uma forte masculinidade, além de um carisma invejável e pose de príncipe. Sua ex-noiva era persistente. Sua mãe (que achei outra víbora interesseira! risos), vivia alcovitando um romance entre ele e a enteada (Argh!). Um pouco mais velho do que Zé Vítor, o Dr. Daniel sempre teve tudo o que quis na vida, além de ser herdeiro da maior indústria de torrefação de café do Paraná, trabalhar como médico cardiologista em um hospital e cuidar dos negócios do pai. Vivia nas colunas sociais sempre rodeado de belas mulheres, porque era experiente e tinha um carisma invejável!

Uma força de atração... E, por isso, como que hipnotizada, permitiu que ele se aproximasse cada vez mais. Os braços fortes a tomaram em um abraço. E Daniel cerrou os olhos encostando suavemente seus lábios quentes na feminina e rosada boca que devia ter, no momento, sabor de mousse de pêssegos.

Sorrindo com uma tola, fechou também os olhos e pensou em como aquele homem podia parecer tão perfeito. Em todos os aspectos.

No momento em que entreabria os lábios para o beijo sobrevir, sem saber como, uma imagem de José Vítor acendeu em seu cérebro. (...). Por que pensava no melhor amigo?

Pág. 29

Uma coisa que achei maravilhosa foi esse trechinho em que Anna fica indignada com o preconceito com os "caipiras" por parte do esnobe Daniel (nessa hora, com muito orgulho, lembrei-me de minha mãe!):

- (...). Sou do interior. Puxo erres até não poder mais. Sou caipira, mas com orgulho das minhas raízes, pé vermelho como nos chamam! - Ela referia-se a alcunha que recebem os habitantes das regiões norte e noroeste do Paraná, devido à saturada cor de terra naquela região. - Sabe, é daqui que sai o café, a soja, o milho, o feijão e outras coisas que fartam a mesa de vocês, metidos a esnobes!

Pág. 30

O interesse de Anna pelo “engravatado da cidade” incomodou muito Zé Vítor, que não entendia o por que disso. A partir daí, ele começa a sentir inconscientemente um sentimento de posse, já que sempre foi possessivo e muito ciumento, apesar de seus sentimentos serem transparentes, mas em relação à Anna, era intenso de abnegação e proteção. Era um homem quieto e reservado, mas seu caráter era intocável. Não suportava mentira, devido a muitas feridas que a vida encarregou-lhe de dar. (Adorei o Zé e identifiquei-me muito com ele, por causa da sua personalidade, mas "detestei" o fato dele ser machista, mas adorei as ceninhas de ciúmes dele por causa de Anna, porque dava um tempero a mais na história o que acabava sendo muito divertido. risos).

(...) como demover aquele sentimento forte que assaltava seu peito cada vez que se lembrava de Anna Maria. Nana, sua Nana com aquele... Preferia não pensar. Estaria... se apaixonando por ela? (...).

Pág. 27
(...). Ela poderia aceitar que o amor de um grande amigo se transformasse em um grande amor de homem, paixão? E se ela não quisesse, a amizade perduraria? Eles ainda trocariam segredos, anseios que lhe iam na alma?

Pág. 28

Zé era como um irmão para Anna, estável e de uma doçura, e não queria magoá-lo, mas já estava tornando-se uma mulher e queria ser independente.

Apesar de Daniel ser o sonho de toda garota, rico, bonito, inteligente, experiente e romântico, a princípio, não é o homem que Anna vislumbra para o seu futuro, porque ele tem um temperamento bem similar ao de seu amigo Zé (Fiquei surpresa com o que o destino reservou para esses dois! Vocês não perdem por esperar!) e não entendia o seu súbito interesse.

(...). Não admitiria perder aquele tesouro para o caipira, para ninguém. Afinal, onde acharia outra moça daquelas?

Pág. 38

Enquanto, sua irmã, Anna Carolina, era tímida e recatada; Anna Maria era solícita e disponível, além de ser alvo de inveja de algumas amigas superficiais. Ambas eram meigas e suaves. Viviam uma vida tranquila e feliz, mas Anna Maria queria ao menos viver uma grande aventura, da qual não pudesse esquecer. Viver um grande amor, que fosse intenso como nos filmes que via.

(...). Trocaram um beijo suave, tépido e saboroso. De um modo arrastado, com uma cadência de quem busca conhecer. (...).

Pág. 33
- (...). Você escolhe. (...). Mas pense muito se você me quer. Eu sempre vou te amar, de um modo ou de outro. Seja como companheiro, ou irmão... só não poderei continuar sendo teu amigo.

Pág. 35

Um dia, Anna pensa se ela seria capaz de abrir mão da família para ficar com alguém (E você, seria?), porque sua vida gira em torno dos familiares, dos amigos que cultivou desde a infância e dos concursos que participa de vez em quando. Nunca deixou nada planejado em sua vida, já que nunca gostara muito de estudar, porque sua felicidade é viver cada minuto intensamente!

Enquanto isso, em Minas Gerais, Fernanda pede a ajuda de seu cunhado João Caetano do Amaral ou Juca, como é carinhosamente chamado, para recuperar o grande amor de sua vida, Beto, que está em coma sob o jugo da tia tirana, Márcia. (Se vocês soubessem como essa mulher é maquiavélica!!! Ao longo da leitura, quis "voar" em cima dela. Em muitos momentos, lembrei de algumas novelas mexicanas, em especial a "Maria do Bairro". Teve uma cena em particular, que lembrou-me dessa novela. Lembram quando a Maria foi parar no hospital e ninguém sabia o que ela tinha, por causa da armação da Calixta, "empregada-mãe" da Soraia?! Pois é, nem te conto! Só que aqui no livro é bem pior! Quem assistiu saberá do que estou falando! risos). Juca viveu uma infância feliz ao lado dos pais, da avó e do irmão mais velho, Beto, que era um prefeito muito trabalhador e admirado por todos da cidade pela sua simplicidade e humildade. Os dois irmãos eram inseparáveis e tinham uma relação invejável. Há dois anos, Juca abandonou sua grande paixão como peão de rodeio para cuidar dos negócios, desde que seu pai falecera, em um acidente que quase matou Beto, administrando a loja do irmão e a vasta terra pertencente à família Amaral. Detestava essa vida burocrática de administrador e contador, porque seu grande sonho era ser boiadeiro.

(...). Mas a dor que sentia nesse momento não o deixava pensar, não se permitia pensar em sua paixão. Na sua memória, a imagem do irmão entrevado em uma cama e a cunhada, amiga de infância, consumida e combalida pelo sofrimento, o tomava. E por completo. O desastre que o deixara órfão era a causa da dor que queimava em seu peito.

(...). O que fazer, atormentava-se. Aquela briga já o cansara demais. O desgastara demais. Como ajudar a Nanda do Beto? Como ajudar a si mesmo? Perguntava-se sentindo que o rosto encharcava-se e os olhos ardiam. Por onde andava o homem que fora?

Pág. 26

Enquanto espera prestar um concurso para ser professora, Anna participa dos concursos de beleza e já ganhou muitos deles como rainha de rodeio, apesar de não ter noção da beleza que possui. Se ganhasse dessa vez, seria a responsável pela entrega do grande prêmio ao peão que conseguisse montar Malvado, o touro mais respeitado e temido da região.

Quando o peão veio receber o prêmio...

Anna Maria recebeu nos seus os densos, intensos, abrasadores olhos (...). Ele tinha cheiro de... Homem? Ela pensou em um átimo. Testosterona pura era o que exalava daquele ser. Sentiu algo que jamais sentira em toda sua vida.

Pág. 50

Será que Anna vai conseguir realizar o seu grande sonho, que é "viver um grande amor"?

Mais forte que tudo, mais forte que a vida, que a morte. Que superasse qualquer barreira, qualquer espera.

Pág. 72

Apesar de indecisa, Anna terá que fazer uma escolha, porque seu coração está dividido em três, e acaba agindo impulsivamente, quando finalmente encontra o verdadeiro amor no rodeio. Quem será? Só posso garantir que esses três homens que citei acima estavam lá! (Esse universo do rodeio, lembrou-me de uma novela que adorava assistir na extinta TV Manchete e que no ano passado foi reapresentada pelo SBT: "A História de Ana Raio e Zé Trovão").

Três homens, três destinos e apenas uma mulher.
Quem conseguirá conquistar o coração de Anna Maria?

Quem será que Anna Maria escolheu? Zé Vítor, o amigo caipira "turrão"; Daniel, o doutorzinho "engravatado da cidade"; ou Juca, o peão boiadeiro?

Isto, só a leitura pode revelar-lhe!!! (risos). Mas garanto a vocês que o amor que ela vivenciou foi, como a própria autora cita:

Um amor puro, intenso, repleto de paixão e sentimento. Mais forte que sua característica indecisão, que qualquer intriga ou ardil. Tão implacável quanto o próprio tempo. Mais violento que o mais bravo dos touros.

Por Falar em Disputa... é o primeiro livro de uma saga/série. Mas a autora não tem certeza de quantos livros serão, mas até o momento serão pelo menos 5 livros, sendo que ela já tem 4 títulos definitivos dos cinco livros e já está escrevendo o terceiro livro da saga. (Não citei os protagonistas dos próximos livros, porque não quero soltar SPOILERS! para quem ainda não leu o primeiro e estragar a surpresa):

  1. Por Falar em Disputa...
  2. Por Falar em Lembranças...
  3. Por Falar em Atração...
  4. Por Falar em Ilusões...
  5. Por Falar em Saudade...

Só para concluir, sou muito grata a Lariane e a Sabrina por terem me indicado este livro, que tornou-se até agora a minha leitura nacional favorita desse ano, assim como à autora Aline Negosseki por eu ter conhecido essa história singela que deixou-me inebriada com a sua doçura, simplicidade e os costumes dessa família, cujo enredo sobre a vida interiorana foi muito familiar, porque relembrei-me das inúmeras histórias que minha avó paterna e minha mãe, que também viveu a infância em um sítio, me conta sobre as comidas, os doces, os costumes e o trabalho árduo e sofrido na roça, o artesanato (que lembrou-me muito do crochê, tricô, bordado e tantas coisas lindas que minha mãe e minha avó faziam. Amo crochê e aprendi com ela!), e muitas outras situações corriqueiras que a Aline descreveu em seu livro me encantaram e, como não podia deixar de ser, me apaixonei pelos personagens cativantes, que tornaram-se muito familiares para mim, porque eles são pessoas como se fossem nossos amigos, parentes ou conhecidos que vivem e passam por esse momentos felizes e conturbados.

A cada página foi um torvelinho de sentimentos: emocionei-me, suspirei, esbravejei, fiquei com raiva, especialmente da mãe do Dani, da Márcia, da Nanda (que foi uma surpresa inesperada! E que surpresa, hein Aline? Será que a Nanda tem conserto?! Adorei a atitude do Juca. risos), torci a cada minuto pela família Schöll, pela família Amaral, pelo Juca, pelo Dani, pelo Zé, pela Carol e, é claro, pelo desfecho da história da Anna.

Os personagens foram muito bem construídos e adorei ver, ao longo da leitura, o amadurecimento de cada um, conforme o tempo foi passando.

Outra coisa que surpreendeu-me demais foi o epílogo da história, que retrocedeu no tempo, onde finalmente as peças do quebra-cabeça encaixaram-se, de modo tão sutil, que você volta na história e entende o por quê da escolha de Anna, já que esta estava escrita e predestinada a acontecer. Foi um choque e uma emoção quando li, que vocês nem imaginam!

Além de uma bela história de amor que sobreviveu às vicissitudes da vida e jamais deixou-se esmorecer, com lindas passagens e cenas bem românticas entre os protagonistas, este livro tem mensagens tocantes e profundas, entre elas de Carlos Drummond de Andrade e de Victor Hugo, que adorei!

Depois de um final sempre há um novo início e a propagação do que já foi. E nenhum amor se faz novo debaixo do céu, mas cada um, em particular, é lindo como um milagre.

Pág. 245

Fazia muito tempo que não lia algo assim, uma história que me encantasse dessa forma, porque senti-me dentro da história e compartilhei da alegria, da dor e de todos os outros sentimentos vividos pelos personagens.

A autora define o livro em poucas palavras:

"Um romance de disputas, (...) do valor verdadeiro e profundo de uma amizade, da união fraternal de uma família, de amores doces e de amores ardentes, de questionamentos e de passeios inesperados na montanha russa dos sentimentos. Mais que tudo, é um romance de crescimento e maturação. (...)."

Estou ansiosa para ler a continuação: Por Falar em Lembranças... Mal posso esperar para matar a minha curiosidade e já me disseram que é tão lindoooo!

O que a Aline me adiantou é que todos os livros, embora com protagonistas, dão enfâse a vida de todos, contando para o leitor suas vidas mesmo depois do primeiro desfecho de seus relacionamentos amorosos. Segundo ela me disse, no Por Falar em Lembranças..., segundo livro da série (que já foi escrito, mas ainda não saiu), encontraremos novas personagens e veremos como é a vida de casados dos protagonistas de Por Falar em Disputa... e como está a vida dos irmãos Schöll. A cada livro continuaremos a acompanhar a vida deles, e conheceremos novas personagens. Os relacionamentos não se resumem unicamente a vida conjugal, mas às relações familiares e fraternais.

Depois desse entusiasmo, como vocês puderam ver pela extensão da minha resenha, porque quando gosto de um livro, começo a falar e não paro mais (risos), que representa só um terço da história, que tem muitas revelações, sendo que algumas delas são bombásticas, e surpresas a cada página, só me resta dizer: "Estão esperando o quê, para garantir o seu exemplar?!", porque está mais do que recomendado!!!

LANÇAMENTOS DOS LIVROS


O ÚLTIMO BAILE DO IMPÉRIO

Ocorrerá em 23 de julho de 2011, a partir das 18 horas, Salão Social da Igreja Batista Central, Av. Rui Barbosa, 9606 - Centro, em São José dos Pinhais - PR.


POR FALAR EM DISPUTA...

Ocorrerá em 25 de Julho de 2011, a partir das 19 horas, no Museu Municipal Atílio Rocco, na Rua XV de Novembro, em São José dos Pinhais - PR, num evento organizado pela Secretaria Municipal de Cultura.


A AUTORA

ALINE NEGOSSEKI TEIXEIRA

Uma jovem escritora paranaense, nascida em Umuarama, que desde muito cedo descobriu seu amor pela literatura. Pedagoga por vocação, é apaixonada por pesquisa e História do Brasil, além de literatura infantil, ficcional e histórica. Além disso, é mãe, esposa, educadora, romancista e poeta.

"O Último Baile do Império", um romance histórico, foi sua primeira publicação.

Além de poesias, escreveu contos, crônicas e artigos, cinco romances de ficção, e um livro infantojuvenil, "Haicai para Crianças - Sentidografias".

Para saber mais informações sobre a autora e suas obras, acesse os links abaixo:


Se quiser adquirir Por Falar em Disputa... (não disponível nas livrarias) autografado, entre em contato com a autora na loja em seu blog ou através do e-mail, que ficará feliz em te atender.

21 comentários:

  1. Seu blog é muito interessante...
    Estou te seguindo.... Tenha um Lindo Dia!
    Siga meus Blogs: http://cartasdeumcoracao.blogspot.com/
    E http://deusemminhaalma.blogspot.com/

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  2. Oi Carla! Não conhecia o livro...Fiquei curiosa! Vou procurar saber mais sobre a autora tb :)

    Obrigada pela indicação!

    beijos
    Lili

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  3. Super a sua resenha, deu vontade de ler, achei realmente que o livro é do meu número, kkk

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  4. Adoreii! Bem meu estilo de leitura. Um triangulo amoroso sempre chama atenção e quando envolve amigo de infância é melhor ainda.

    Carla sua resenha foi mais que completa e deixou aquela vontade de devorar o livro.

    Beijos

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  5. Não conecia o livro, mas gostei do mote.
    Dica anotada
    Bjs

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  6. Que resenha maravilhosa!quanta emoção, hem? Este livro deve ser fantástico! bju

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  7. Como sempre, completíssima na resenha! hauahuah
    E, pra variar, me deixou morta de curiosidade! hauahuahauha
    Agora eu quero ler e não posso comprar nem um prego esse mês... #comofaz??
    Acho que vou pedir de aniversário para as amigas... hauhauahauhau

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  8. Oi, Carlinha!

    Perfeito! E a curiosidade que fiquei agora? aiaiai

    Estou aceitando de presente, kkkkkk

    Bjs

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  9. Super a sua resenha, deu vontade de ler, achei realmente que o livro é do meu número, kkk (2)

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  10. Oh!
    Foi a resenha mais detalhada e empolgada que alguém já escreveu sobre um livro meu e que eu tenha lido!!!

    Ri e me emocionei com ela! Queria que vc pudesse ver as estrelinhas que acenderam, uma em cada olho meu, enquanto lia. Ah! Adorei a menção a Maria do Bairro, assisti todas as vezes! E abandonei todas as vezes qndo ela dava o filho no meio da rua kkkkkk

    Obrigada, Carla, vc que é muito doce... Não tenho palavras para agradecer, e à Lari e a Sá que te indicaram *-*

    Muito feliz que PFD... tenha nos aproximado!

    um bjo no seu coração e obrigada de novo... não só por comprar o livro, mas por expor dessa forma tão cativante o que sentiu, e passou com ele. Nada se compara a isso para um autor.
    Senti a história e viva, tudo outra vez dentro de mim, como na época em que a escrevi.

    Aline

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  11. Agora eu é que fiquei com vontade de ler...

    Bom demais quando a gente gosta tanto de um livro... dá uma vontade de obrigar todo mundo a ler...rss
    Vou colocar esse na listinha pra comprar... compras só com a autora??

    beijos,
    Dé...

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  12. Olá, Elisabete Lira.

    Seja muito bem-vinda!

    Sinta-se à vontade aqui no blog.

    Beijos.

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  13. Oi, Lili e Hérida Ruiz.

    Fico muito feliz que vocês apreciaram minha indicação.

    Não vão se arrepender, porque vale muito a pena!

    Beijos.

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  14. Oi, Leninha, Juliana, Barbara, Carla e Tonks.

    Meninas, quando li esse livro, pensei muito em vocês, porque é o gênero que vocês apreciam e achei que era a sua cara! (risos).

    Porque tem tudo o que vocês gostam: mocinha de interior, pai rígido, mocinhos apaixonantes e instigantes. Agora é difícil escolher qual o seu preferido, porque tem várias opções. kkkkk.

    Beijos.

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  15. Olá, Aline Negosseki Teixeira.

    Seja bem-vinda!

    Fiquei muito feliz em saber que apreciou a minha resenha singela. Consegui transmitir em poucas palavras tudo o que senti, mas isso foi apenas um terço. Se eu desandasse a falar... minha resenha ia ainda mais longe... (risos).

    Espero que tenha conseguido instigar um pouquinho a curiosidade dos leitores e isso já é muito gratificante para mim.

    Sério que você também acompanhou "Maria do Bairro"? Eu adorava essa novela e assisti todas as vezes que passou. Era só sofrimento... Tinha momentos que dava uma raiva, mas mesmo assim eu adorava! (risos).

    Não precisa agradecer. Eu que te agradeço pelo carinho e por me fazer conhecer esse livro que me foi tão especial. É uma honra divulgar a nossa literatura!

    Sucesso!

    Beijos.

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  16. Oi, Débora Lauton.

    Que bom que consegui instigar a sua curiosidade.

    Concordo plenamente com você! Quando gostamos de um livro, é maravilhoso!

    Sim, compras só com a autora por enquanto.

    Entre no blog dela, na loja, que lá tem todas as informações sobre o livro (valor + frete).

    Você vai amar a história da Anna e de seus admiradores, que são tão apaixonantes... Vai ficar dividida entre os três. (risos).

    Beijos.

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  17. Carlinha,

    esse livro tá na minha lista de aquisições urgentes.

    Sou uma grande admiradora da Aline, e essa semana estou comprando tbm.

    Divulguei até no Chá o lançamento do livro.

    Saber o quanto vc gostou me deixa ainda mais ansiosa e feliz do livro que em breve estara aqui do meu ladinho.

    Que resenha apaixonante, adorei! Deu vontade de decorar cada trechinho. Suas palavras me deixaram encantada.

    Bjos,

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  18. Oi Carla!

    O que eu faço com vc, hein?
    Através da resenha dá pra sentir que a história é simplesmente incrível, e vale muito a pena!!!

    Beijos
    Blog Apaixoanda por romances
    Se tiver tempo, faça uma visita registrando sua presença ;-)

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  19. Ei Carla,

    Eu já li várias resenhas do primeiro livro da autora, mas não tive ainda oportunidade de ler. Vi muitos elogios sobre ele.

    Este ainda não conhecia, achei linda a história.

    bjos
    Nanda

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  20. Oi Carla!

    Já tinha ouvido falar do último Baile do Império, confesso que esse vou ler ainda!
    Agora vc me deixou na curiosidade pra saber com quem ela ficou, espero que tenha sido com o amigo! kkkkk.
    Como sempre digo, os nossos escritores estão se destacando a cada dia que passa (graças a Deus) isso só comprova o que eu já sabia, temos muito talento, apenas pouco incentivo!

    Mais um pra minha pilha e você ainda diz que tenho de me controlar nas compras! kkkk

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  21. Para participação da promoção "Aqueça seu Coração"

    Sabrina Cabreira Barreto
    Seguidora: Sabrina Barreto
    @showingdreams

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