Comer, Rezar, Amar :. Elizabeth Gilbert

COMER, REZAR, AMAR
ELIZABETH GILBERT
Objetiva

Título Original - Eat, Pray, Love: One Woman's Search for Everything Across Italy, India and Indonesia

A jornada de uma mulher por todas as coisas da vida na Itália, na Índia e na Indonésia.

Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo que uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz: acabou pedindo divórcio e caindo em depressão. Comer, Rezar, Amar é o relato da autora sobre o ano que passou viajando ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal.

♥•.¸¸.•♥´¨´♥•.¸¸.•♥•.¸¸.•♥´¨´♥•.¸¸.•♥•.¸.•♥

Recomendo!

Esse livro é fantástico, porque a autora conseguiu colocar no papel, ao pé da letra, tudo o que as mulheres sentem! Vale muito a pena ler, é super divertido! A autora é irreverente animada, hilária, animada, corajosa e inteligente.

Em torno dos 30 anos, Elizabeth Gilbert enfrentou uma crise da meia-idade precoce. Tinha tudo o que uma americana instruída e ambiciosa teoricamente poderia querer: um marido, uma casa, um projeto a dois de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, foi tomada pelo pânico, pela tristeza e pela confusão. Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado, até que se viu tomada por um sentimento de liberdade que ainda não conhecia.

Foi quando tomou uma decisão radical com o intuito de buscar tempo e espaço para descobrir quem era e o que realmente queria: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo - sozinha. Comer, Rezar, Amar é a envolvente crônica desse ano.

O objetivo de Liz era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles.

Em Roma, estudou a arte do prazer, gastronomia, aprendeu a falar italiano, e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida.

Na Índia dedicou-se à exploração espiritual, à arte da devoção e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, ela embarcou em quatro meses de viagem de contínua exploração espiritual.

Em Bali, estudou e exercitou a arte do equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também apaixonou-se - por um brasileiro! - da melhor maneira possível: inesperadamente.

Escrito com ironia, humor e inteligência, Comer, Rezar, Amar é um relato de autodescoberta que fala sobre a importância do que pode acontecer quando você assume a responsabilidade por seu próprio contentamento e pára de tentar viver seguindo os ideais da sociedade. Certamente irá emocionar qualquer pessoa que se abra para a inesgotável necessidade de mudança. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.

A primeira vez que ouvi falar nesse livro, foi quando deparei com a capa no Submarino e sua sinopse me chamou a atenção. Por coincidência, um dia estava assistindo ao programa da Oprah e vi que ela estava entrevistando uma escritora e, qual não foi a minha surpresa, ao perceber que era a Elizabeth Gilbert. A entrevista foi maravilhosa.

Minha irmã acabou ganhando o livro de presente em seu aniversário e, para variar, aproveitei para lê-lo... E, por conseguinte, adorei! :)

Liz é uma escritora que resolve tomar conta da sua vida e fazer um montão de coisas que gosta (viajar, conhecer, sentir e aprender) mesmo tendo de desistir de um casamento com um homem que a amava.

Logo de cara, no primeiro capítulo, ela está ajoelhada, no chão do banheiro, no meio da madrugada e aos prantos pedindo uma luz pois seus desespero é tanto que ela não consegue ver uma saída.

É nesse momento que ela começa a rezar, espontaneamente, e o livro começa.

Nunca fui muito fã de livros de autoajuda, mas resolvi dar uma chance a ele e encarar mais esse desafio e não é que me encantei?! Pois é, o livro é realmente excelente e acabou sendo o primeiro livro desse gênero que li. Ele surpreendeu-me porque além de divertir-me muito, acabei descobrindo novos horizontes e assimilando novos conhecimentos. Recomendo muito! Experimente! Garanto que irá gostar.

Apesar de algumas divergências, o livro foi um sucesso mundial.

A parte que mais gostei foi a parte da Itália com seu povo, sua cultura, sua culinária e seu idioma que são extremamentes apaixonantes! Achei muito interessante conhecer os costumes e as culturas locais da Índia e da Indonésia.

"Se você tem a coragem de deixar para trás tudo que lhe é familiar e confortável (pode ser qualquer coisa, desde a sua casa aos seus antigos ressentimentos) e embarcar numa jornada em busca da verdade (para dentro ou para fora), e se você tem mesmo a vontade de considerar tudo que acontece nessa jornada como uma pista, e se você aceitar cada um que encontre no caminho como professor, e se estiver preparada, acima de tudo, para encarar (e perdoar) algumas realidades bem difíceis sobre você mesma... então a verdade não lhe será negada."

~ Elizabeth Gilbert ~


Foi um enorme prazer ler as experiências e aventuras corajosas de Elizabeth Gilbert em seu livro. Muito mais do que um livro reflexivo e de autoajuda, ele incute esperança e nos encoraja a vivermos a vida plenamente.

Além disso, o livro é uma delícia de ler! Vale a pena!

A história continua no outro livro da autora, que será lançado aqui no Brasil em 2010, no segundo semestre, pela Editora Objetiva: Comprometida.

Atualizando: Como esse post, foi criado em Jan/2010, até então o livro Comprometida ainda não tinha sido lançado! Mas agora já está nas livrarias de todo o país e, para saber o que achei dele, clique aqui.

O FILME

Em Out/2010, a magnífica jornada de Liz Gilbert contada em Comer, Rezar, Amar, ganhará as telas de cinema de todo o Brasil. Interpretada por Julia Roberts, também produtora do longa, a autora teve o privilégio de, na ficção, ir de encontro a galãs de respeito durante sua viagem: James Franco, Billy Crudup e o oscarizado Javier Bardem.

Mal posso esperar para assistir a esse filme!

15 comentários:

  1. Olá querida!!
    esse livro fez um sucesso estrondoso, né?
    Mas... eu não gostei. Dê um desconto para mim, pq não sou fã do segmento de auto ajuda.
    O livro é bonzinho, ela escreve bem, reconheço, e adorei o início: a parte da Itália, com seus sabores e sua língua foi realmente sedutor para mim!
    Depois perdeu a graça: a Índia foi um saco e ela em sua última aventura nem fez nada: nem meditou, nem aprendeu, nem pegou praia (!)!
    Bjs :)

    ResponderExcluir
  2. Oi, Alê.

    Concordo plenamente com você que o livro fez um sucesso estrondoso, apesar de inúmeras críticas. Como citei na minha resenha, também nunca gostei muito de livros de auto-ajuda, mas, analisando-o por vários aspectos, quem nunca passou por um momento difícil?

    Assim como você fiquei encantada com a parte da Itália com seu povo, seus costumes, sua cultura, sua culinária e seu idioma que são extremamentes sedutores! Achei muito interessante conhecer os costumes e as culturas locais da Índia e da Indonésia, apesar de não ter gostado muito da parte da Índia. Mas, mesmo assim, adorei o livro!

    Dou para você quanto desconto você quiser. :)

    Beijos.

    ResponderExcluir
  3. Essa parte da Italia, que vc falou, deve mesmo ser ótima..! Mas, sei lá... não é um livro que me chame muito a atenção. E como a lista está enooooorme, acho que por enquanto eu passo, rs..

    Bjs

    ResponderExcluir
  4. Oi Carla,
    Passando para retribuir a visita ;)
    Eu também adoro chick-lit, é muito bom para descontrair e esquecer de tudo enquanto se diverte com as situações mais inusitadas possíveis.
    Se ainda não leu depois olha la no blog a resenha de "Um amor de detetive" é perfeito, amei.

    É a resenha mais empolgada que já vi sobre este livro :)
    Não gosto do gênero de auto ajuda, não gostei nem de A cabana que todo mundo ama rs
    Então este vai esperar pq minha fila ta gigantesca hehe
    bjoooo

    ResponderExcluir
  5. Olá Carla Fernanda!

    Eu já li alguns livros de auto-ajuda, e não tenho esse preconceito, mas eles ajudam mesmo não é? rsrs. Então, mas eu vi em algum lugar que agora a categoria é autodesenvolvimento (prefiro esse!).

    Bem, sobre o livro, infelizmente não pude ler ainda, quase tive a oportunidade, só que o presente veio como áudio-livro, dai dificultou um pouco rs.

    Adorei sua resenha, muito mesmo. Um livro desse é tudo que preciso ;D

    Bjs

    ResponderExcluir
  6. Oi, Fernanda.

    Como citei na minha resenha, também nunca gostei muito de livros de auto-ajuda, mas, analisando-o por vários aspectos, acabei gostando, porque através do livro, conheci outros países, sua civilização, seus costumes, suas culturas, etc.

    Eu também tenho uma lista enooooorme para ler... rs.

    Beijos.

    Carla.

    ResponderExcluir
  7. Eu adorooo esse livro!!
    Eu devorei ele hahahaha, adorei todas as viagens de Elizabeth, cada lugar, principalmente o último!
    Adorei sua resenhaaa, e otima dica :)
    beijos

    ResponderExcluir
  8. Oi, Nanda.

    Fico feliz com a sua visitinha.

    Já estou te seguindo e vou adicionar o link do seu blog na minha lista de blogs, ok?

    Então, somos duas que AMAMOS chick-lits. rsrsrs. São ótimos mesmo! Os da Marian Keyes são divinos, me divirto muito!

    'Um Amor de Detetive', ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas pelo que li me interessei e muitoooo! rs.

    Obrigada pelo elogio à minha resenha. :)

    Apesar de não gostar muito do gênero de auto-ajuda, acabei gostando, porque através do livro, conheci outros países, sua civilização, seus costumes, suas culturas, suas crenças, etc.

    Valeu pela dica "A Cabana" e "Um Amor de Detetive", mas vão ter que esperar um pouquinho na fila. :)

    Porque eu também tenho uma lista enooooorme para ler... já está ficando mais do que kilométrica... rs.

    Beijos.

    ResponderExcluir
  9. Olá, Dandra!

    Fiquei muito feliz com sua visitinha por aqui.

    Como citei na minha resenha, apesar de não gostar muito do gênero de auto-ajuda, acabei gostando, porque através do livro, conheci outros países, sua civilização, seus costumes, suas culturas, suas crenças, etc.

    Eu também não tenho nenhum preconceito. Sempre gosto de experimentar novos gêneros literários. Adoro os livros do Irvin D. Yalom. Eles sempre nos inspiram e nos ajudam. rs.

    Gostei dessa nova categoria que está incluso! Bem melhor, né?
    Além de ser um autodesenvolvimento, também torna-se um autoconhecimento.

    Assim que você tiver oportunidade, leia-o. Tenho certeza que vai adorar!

    Obrigada pelo elogio à minha resenha.

    Beijos.

    ResponderExcluir
  10. Oi, Giu.

    Fico feliz por ter gostado da dica e da minha resenha!

    Eu também gostei, porque através das aventuras da autora, conheci outros países, sua civilização, seus costumes, suas culturas, suas crenças, etc. Lugares fantásticos, né?

    Beijos.

    ResponderExcluir
  11. oi!
    eu adoro este livro, quero ir à Italia por causa do lviro, como me encantou.
    Beijos

    ResponderExcluir
  12. Oi, Les Curieux,

    Assim como você também fiquei encantada com a parte da Itália com seu povo, seus costumes, sua cultura, sua culinária e seu idioma que são extremamentes sedutores!

    Adorei o livro, principalmente nessa parte da viagem!

    Beijos.

    ResponderExcluir
  13. Oi, acabei de ler o livro. Acho que a autora, ao mesmo tempo que encontrou uma maneira mais leve de falar sobre problemas enfrentados por mulheres do mundo inteiro como separação, auto-conhecimento e satisfação pessoal, ela abusou um pouco desse mesmo processo quando descreve o que eu chamaria de bobagens!
    Precisei insistir na leitura no começo até que o livro conseguisse penetrar na MINHA CAVERNA rsrsss mas depois de aceito a maneira como se dispunha, pude compartilhar pensamentos e aprendizados e o resultado final em mim foi muito proveitoso!
    E gostaria de saber se alguém já leu algum livro sob as mesmas linhas desse e de A cabana, pq estou sentindo falta desse tipo de leitura.
    Abçs a todas, MLy!

    ResponderExcluir
  14. Oi, Marisa Ly!

    Fico muito feliz por ter insistido na leitura e finalmente por ter gostado! Achei ótimo esse livro e, melhor ainda, a continuação dele: Compromtida.

    Outros livros similares a esse que li foram: "Nunca Desista de Viver", do Salem Cury; e a continuação de "Comer, Rezar, Amar", da Elizabeth Gilbert: "Comprometida".

    "Comprometida" é muito mais divertido do que o primeiro. Você vai adorar!

    Beijos.

    ResponderExcluir
  15. Oi Carla, vizinha, boa noite,(permita que a chame assim).

    Estava eu, passeando pelo seu blog e, achei interessante esse livro, não sou muito ligada a leitura,mas aos filmes adoro, apesar que no livro você tem muito mais detalhes do que no filme. (irei atrás do filme).rsrs...
    Quanto a sua observação da cultura Italiana e etc, sou suspeita para falar, pois corre em minhas veias sangue Italiano, eheheh.!!!
    Quanto "A Cabana" já li e adorei, a conversa que ele tem com o Pai celestial é maravilhosa, ele coloca em duvida muitas coisas da nossa criação (humanidade), não sei se você já leu, mas irá gostar.
    Mais uma vez parabéns pelo seu blog, continuo olhando bem devagar, rsrs.
    Uma bela noite. Um abraço. Irene vizinha.

    ResponderExcluir


Quer deixar seu comentário? Fique à vontade!

Agradeço sua visita e volte sempre! ^^

Postagens Recentes

Últimos Comentários

Copyright © 2009, 2015 - Sonho de Reflexão - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
As postagens desse blog são de minha autoria. Se tiver algo produzido por outra pessoa, os créditos serão devidamente mencionados. Se quiser reproduzir algum texto meu, me avise e dê o devido crédito. Leia os "Termos de Uso". A imagem da mulher lendo foi retirada do quadro "A Quiet Moment" da artista americana Sandra Kuck.