Especial: "A Besta dos Mil Anos", de Ilmar Penna Marinho Junior

Caros leitores,

Há quatro meses atrás, vocês viram aqui no "Sonho de Reflexão" a resenha nacional do livro A BESTA DOS MIL ANOS, do autor Ilmar Penna Marinho Junior.

Este romance foi a grande surpresa de março deste ano. Fiquei fascinada de ver um enredo que, além de abordar um tema polêmico como a realidade brasileira nua e crua nas grandes metrópoles, é eletrizante e envolvente desde o princípio, onde você não consegue largá-lo antes de ter sua leitura concluída. Repleto de ingredientes que apreciamos nos livros de mistério entremeados de amor, paixão, ódio, vingança, religiosidade, fatos e artefatos históricos, muita ação e adrenalina, além do suspense em si. Alguns momentos chegaram a ser comoventes e, ao mesmo tempo, tensos. Com muitas
reviravoltas, o enredo se passa na França e no Brasil.

E, devido a ótima repercussão que o romance teve tanto aqui no blog quanto no site oficial "A Besta dos Mil Anos", depois que a resenha foi postada, hoje trago uma ótima notícia.

Querem saber mais sobre este livro? Com base nisso, consultei o próprio autor, que cedeu gentilmente o capítulo introdutório, como um privilégio para saciar a curiosidade de vocês.

A partir de agora, vocês poderão avaliar melhor a intrigante obra, através dos seus comentários e estarão concorrendo a TRÊS lindos marcadores exclusivos do livro!



Além do seu comentário coerente nesta postagem, deixe o seu nome completo e e-mail para contato.

Então, segue em PRIMEIRA MÃO aqui no blog o primeiro capítulo do livro "A Besta dos Mil Anos". Leiam e degustem dessa pequena introdução:

A BESTA DOS MIL ANOS
Ilmar Penna Marinho Jr.

CAPÍTULO 1

A maior e a mais impressionante tapeçaria do mundo foi o tema da palestra do curador do Castelo de Angers, na 21a edição do Festival de Jornalismo, promovido anualmente pela prefeitura da histórica capital de Anjou, situada no Vale do Loire, na França, com seus majestosos castelos e deliciosos rosés.

— Meus amigos, tenho a honra de estar aqui, no Palácio das Artes, para lhes falar da grandiosa tapeçaria inspirada no último livro do Evangelho, ou melhor, no Apocalipse, segundo São João. Uma obra belíssima que transcende os valores feudais e a imaginação, e era somente exibida nas grandes ocasiões festivas da realeza para mostrar o poder e o luxo dos príncipes de Anjou. Também tenho orgulho de lhes falar do Castelo de Angers, essa inexpugnável fortaleza militar, construída por uma mulher guerreira, a regente Blanche de Castille. Atualmente, o castelo abriga a tapeçaria do Apocalipse e o Museu de Armas Medievais, que reúne a mais completa coleção de bestas de guerra da França, esta abençoada terra de François Villon, Pierre de Ronsard e Joachim du Bellay...

A partir daí, inicia-se, na noite de 13 de outubro de 2006, uma longa viagem através do tempo feita pelo renomado historiador e curador Ferdinand Rochemont de Sailly, auxiliado pelo padre Antoine Duvert, ambos palestrantes no auditório do Palácio das Artes. Inicialmente, apresentou-se uma explanação sobre como se deu a anexação da província de Anjou ao reino da França, em 1204, e como a regente Blanche de Castille, que reinou de 1221 a 1244, mãe de dez filhos, mandou construir uma colossal fortaleza, com as dezessete torres, para resistir às ameaças e ambições do então rei da Inglaterra, Henrique III. O curador teceu loas à beleza e sabedoria da regente, celebradas em versos e cantigas medievais, pois ela possuía a mesma autoridade e determinação soberana de Catarina II, da Rússia, conhecida como Catarina, a Grande.

Depois, o curador, de blazer e gravata borboleta, resgatou a tumultuosa vida de Luís I de Valois, duque de Anjou e Touraine, rei de Nápoles (Napoli), Itália, e conde de Provença (Provence), França, o segundo filho do rei João II, o Bom, e irmão de Carlos V, o Sábio, ambos reis da França, dinastia de Valois. Contou que durante o período de dominação inglesa e da Guerra dos Cem Anos, Luís I, mesmo residindo pouco tempo no Castelo de Angers, encomendou, em 1373, a famosa tapeçaria do Apocalipse aos ateliês parisienses de Nicolas Bataille, que levaram nove anos para concluí-la. Projetou então diversos textos e fotos para ilustrar a saga do nascimento e da destruição e ressurreição das cinzas da mais famosa tapeçaria medieval francesa. Não se intimidou em censurar o filho de Luís II, Renê, o último duque de Anjou a morar no castelo, também conhecido como Renato I de Anjou, duque de Lorena (Lorraine), França, e rei de Nápoles, o Bom Rei Renato (Le Bon Roi René), que doou a tapeçaria, em testamento, aos dignitários eclesiásticos da Catedral de Angers, dedicada a São Maurício, padroeiro da cidade.

— Foi um verdadeiro sacrilégio o que fizeram com a tapeçaria de haute lisse doada à catedral. Em consequência desse gesto impensado, ela foi retalhada e posta à venda.

Após o comentário, em tom emocionado, Ferdinand de Sailly explicou que, durante a Revolução Francesa, os objetos sacros foram destruídos. No caso da tapeçaria, algo extraordinário, aconteceu. Em vez de as peças desmembradas desaparecerem, elas foram milagrosamente reagrupadas e conservadas na Abadia de Saint-Serge.

O curador, percebendo que o padre Antoine não parava de se mexer na cadeira, demonstrando visível impaciência, autorizou-o, com um sinal de cabeça, a ler um documento, datado de 1806, que acabara de retirar de sua pasta e descrevia o estado deplorável da tapeçaria, jogada “num lugar úmido, onde se esburacava e se rompia ao simples contato das mãos”. Mas o padre não se deu por satisfeito com apenas a leitura e expressou também sua opinião sobre a vitalidade cromática da obra religiosa.

— É muito importante ressaltar que a tapeçaria conserva nos dias de hoje no lado do avesso, toda a força de suas cores originais: vermelhos quentes, azuis profundos, alaranjados dourados e verdes arrebatadores. Essas cores se mesclam nas esplendorosas imagens dos vinte e quatro anciões, nos quatro cavaleiros do Apocalipse, nos anjos trombeteiros da Anunciação, nos adoradores do Anticristo, nas bestas fantásticas de sete cabeças, nos eleitos, nos baldaquinos e nas igrejas góticas.

Tomando novamente a palavra, o curador ressalvou que nem sempre os resultados, sobretudo das mais recentes restaurações, foram bem-sucedidos, porque as modernas tinturas químicas, com o passar dos anos, se revelariam impróprias no restauro das obras de arte tecidas por magistrais artesãos medievais, que utilizavam tintas naturais, extraídas das plantas.

Ao término da conferência, seguiu-se uma saraivada de perguntas, algumas descabidas, como a primeira, de uma jovem, provocando risos no público:

— Gostaria de saber, senhor curador, se a regente Blanche passava a tropa em revista como fazia a rainha Catarina?

Foi esta a resposta do curador à pergunta capciosa:

— Mademoiselle, como as muralhas do castelo eram espessas, surdas e cegas aos amores de seus donos, não há nenhum registro sobre o que a regente Blanche, viúva de Luis VIII, morto em 1226, fazia da sua disponibilidade de tempo, após revistar a sua guarda de honra. Curiosamente, sua pergunta me faz lembrar o famoso episódio, contado pelo menestrel de Reims, em que um gesto extravagante dessa rainha serviu para silenciar as calúnias do bispo de Beauvais e de outros vassalos. A regente dirigiu-se ao Parlamento, onde tinha assento. Entrou, vestindo um longo casaco, e exigiu silêncio e atenção. Subiu numa mesa central e gritou para o bispo: “Olhem bem e vejam se estou grávida”, enquanto deixava cair o casaco até aos pés. Foi girando nua em todas as direções sob os olhares embevecidos da assistência, tudo para provar ser falsa a acusação de estar esperando outro filho. Todos se precipitaram até ela com respeito e admiração, cobriram-na com o casaco e a conduziram aos aposentos reais. Não se sabe até hoje se agiram assim por devoção à sua beleza ou à sua coragem.

— Poderia explicar o porquê da venda? - indagou uma senhora no fundo do auditório.

— O padre Antoine Duvert, que conhece bem essa fase nefasta da tapeçaria, vai responder à senhora.

— Bem, após a doação, em 1474, a tapeçaria ficava exposta na nave da catedral, no dia de São Maurício, no Natal, na Páscoa e no domingo de Pentecostes. Por mais que a considerassem “absolutamente magnífica”, os padres se queixavam do grande trabalho de suspendê-la na abóbada e dos gastos para conservá-la intacta. Reclamavam também porque ela abafava os cantos e tornava os sermões inaudíveis. Decidiram colocá-la à venda em 1783, às vésperas da Revolução. Ninguém quis comprá-la! Mas o pior estava por vir. Como sua conservação se tornou um estorvo, ela foi recortada e passou a ter as mais inusitadas utilidades. Serviu de proteção em estufas de produtos hortigranjeiros, de cortina, de pelego para selas e até de capacho. Foi uma afronta o que fizeram com essa grandiosa obra de arte sacra.

— Poderia nos dizer quando se iniciaram os trabalhos de restauração? — indagou uma jovem, comovida com a descrição.

— O cônego Louis-François Joubert, nomeado custódio da catedral, foi quem teve a ideia genial de criar um ateliê para restaurar a tapeçaria. Os trabalhos começaram no dia 1o de fevereiro de 1849 e continuam até hoje. Recuperaram-se as seis peças que contêm 14 quadros cada uma e mais as cenas com os “grandes personagens”. Ao todo, tem 103 metros de comprimento por quatro e meio de altura. Não há como não ficarmos impressionados com as quatro figuras gigantescas restauradas, no meio do dossel sustentado por colunas, em que somos convidados à contemplação e reflexão sobre as cenas bíblicas.

Os expositores foram submetidos a uma série de perguntas sobre as cenas desaparecidas.

— Bem, senhores — expôs o curador. — Eu tenho muita esperança de recuperar alguns quadros perdidos. É um sonho que acalento com fé religiosa. Conto com a ajuda dos alunos do Liceu Saint-Serge; lançamos um aviso internacional pela internet a todos os centros culturais, historiadores, diretores de museus, antiquários e pesquisadores de arte sacra e também às famosas casas de leilões, buscando localizar a obra. Esse excelente trabalho foi coordenado pelo nosso querido padre Antoine Duvert da Abadia e do Liceu Saint-Serge. Ele tem me ajudado a desfazer equívocos e desmanchar pistas fraudulentas, que sempre ocorrem em relação às obras de arte.

— Realmente, sou um fã incondicional da comunicação virtual — confirmou o padre Antoine, ainda irrequieto na desconfortável cadeira, após ser elogiado pelo curador. — Tenho desenvolvido um trabalho de rastreamento com um grupo de jovens alunos que praticam a informática no liceu. Os meninos têm me ajudado muito nas pesquisas pelo mundo inteiro.

— Obtiveram algum resultado? — perguntou um rapaz barbudo, com ar de estudante universitário e uma tatuagem no pescoço, que estava sentado na segunda fila.

— Infelizmente nada de positivo até agora. Há um boato que uma cena da tapeçaria possa estar na Polônia — ressalvou o curador. — A notícia está sendo analisada. Onde houver um indício usarei de todos os meios ao meu alcance para recuperar pelo menos um dos quadros perdidos. Não vou desistir.

Sem mais perguntas para responder, após passar a mão pela calvície frontal, o curador concluiu a palestra:

— Meus amigos, todos estão convidados a visitar o Castelo de Angers, um dos mais importantes museus do glorioso patrimônio histórico da França. Visitem o Museu de Armas e a tapeçaria reveladora do Apocalipse, que traz esperanças de um mundo sem miséria e violência quando descer do céu a Nova Jerusalém. Encantem-se com a beleza da maior tapeçaria do mundo, antes do início das obras de reforma da galeria para a instalação da nova iluminação, prevista para o início do verão.

Muito satisfeitos com os aplausos que se habituaram a compartilhar, os dois velhos amigos saíram sorridentes do prédio reformado na Praça Michel Debré, a poucos metros da prefeitura. Viram todas as luzes da fachada branca do Palácio das Artes acesas, tal como o prefeito exigira que ficasse durante o 21o Festival de Jornalismo. Queria que o maior evento sociocultural daquele ano de eleição municipal fosse intensamente iluminado pelas luzes do saber para uma plateia francesa sempre ávida de conhecer a grandeza de sua história.

— O que mais me impressiona no festival é a vontade dessa gente de respirar cultura — exaltou o padre Antoine, sorridente. — Isso é muito bom.

— Breve, serão recompensados. A galeria está ficando uma beleza! Resolvi reaproximar mais as telas e acabar com os enormes espaços vazios entre elas. Não haverá mais o impacto negativo causado pelas cenas que faltam. Deixei apenas um espaço vazio para o sonho não acabar.

— Deixou onde? — perguntou o padre Antoine, curioso.

— Vai descobrir, amigo, quando fizermos juntos a inspeção final para a reabertura da galeria — provocou o curador Ferdinand, sorrindo e estendo-lhe a mão em sinal de despedida.

— Vou aguardar. Pode deixar que vou descobrir tudo que anda escondendo de mim — disse o padre, como se, por trás do sorriso irônico do curador, desconfiasse de algo demoníaco que o misterioso vazio na parede quisesse ocultar.

O padre Antoine Duvert, de repente, silenciou e ficou com o semblante grave, aflito, de quem estava prestes a orar. Reconhecia como legítima e saudável a ambição do curador do castelo em recuperar pelo menos um dos sete quadros perdidos da sequência da Revelação Divina; em especial, a recuperação a qualquer preço da cena desconhecida do Diabo enjaulado por mil anos. Na verdade temia que esse quadro desaparecido significasse que o dragão de sete cabeças estivesse solto e fosse o grande responsável pela atual desordem no mundo. Onde estivesse, estaria semeando a discórdia, a aids incentivando o aborto e a clonagem humana, a pedofilia, instigando a violência, a ganância e a corrupção. Tudo indicava que os homens teriam perdido a batalha do bem contra o mal. Essa foi a visão aterrorizante que sua mente teve, pairando sob as imensas torres circulares do Castelo de Angers. Mais do que nunca acreditou ser fundamental, do ponto de vista religioso ou cultural, encontrar esse quadro perdido da tapeçaria do Apocalipse, cujas telas ilustravam as visões recebidas por São João, de Jesus Cristo, por intermédio de um anjo.

A busca do quadro da Besta deveria ser intensificada em qualquer ponto do mundo. Portanto, mãos à obra, senhor curador.

E isto é apenas o princípio de tudo, onde uma busca investigativa para encontrar a sétima peça, que traz a Besta aprisionada por mil anos, que falta para completar o quadro da tapeçaria, faz com que a vida de diversos personagens entrelacem-se entre si. Entre eles:

- Leonardo Marcondes, que é casado com uma mulher devotada, cujos pensamentos sempre foram turvados por datas, mortes, cifras que contabilizavam angústias e temores, e acabou sendo enfeitiçado pela misteriosa astróloga Lisa;
-
Aurélien, policial, arqueiro, bibliotecário e pesquisador. Foi obrigado a seguir os passos do pai, que era militar, o que acabou sendo um fardo por não ter residência fixa. Incentivado e motivado pelo avô, começou a pesquisar livros raros que, até então, sempre viveu angustiado em busca da sua verdadeira vocação; e
-
Júlia, filha de um botânico belga, sempre foi fã de fotos e livros de aventura, cresceu em meio à natureza e aos livros, cujo grande sonho era ser jornalista e encontrar um grande amor.

É através deles que a história toma um rumo surpreendente com muitos mistérios a serem solucionados e reviravoltas surpreendentes. Isto é apenas uma prévia do enredo! Se quiser saber mais, leia a minha resenha.

Acesse os links abaixo, se quiser adquirir o seu exemplar autografado e conhecer mais sobre o autor e sua obra
:

No Site Oficial: http://www.abestados1000anos.com.br/
No Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/140999
No Twitter: @bestadosmilanos

13 comentários:

  1. Oi, Carlinha!

    Como sempre a literatura nacional está espetacular!

    Só o comecinho já me deixou com vontade, kkkkkkk

    Bjs

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  2. Se você diz que este livro é eletrizante e que não se consegue largá-lo até que termine, eu não tenho a menor dúvida de que o livro é mesmo maravilhoso.
    Se contém mistério, amor, paixão, ódio, vingança...já entra direto para minha lista de desejos.

    Vanessa Meiser
    vmeiser@hotmail.com

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  3. Um capitulo inteiro para atiçar a nossa cabeça, uau!

    Amei sua resenha quando vc publicou, mas ler o primeiro capitulo me deu uma vontade enorme de ler.

    Valeu por me atiçar amiga, kkk

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  4. Acabei de receber este livro, espero começar a ler na semana que vem, pois não veja a hora de ler tudinho. Bjs, Rose.

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  5. O nome e a capa já intrigam e pelo visto todo o enredo é intrigante e deixa você louco para saber o que vem a seguir.
    Ainda por cima é livro nacional \o/.

    Andressa Bernardes
    dessarbernardes@gmail.com
    @DessaBernardes

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  6. Parece ser eletrizante como disse a moça acima, daqueles que te prende até chegar o final no mesmo dia. Deu vontade ein.
    Raquel Miranda Jacobina
    raquelmiranda19@gmail.com

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  7. puxa! só de ler esse post me deu muita vontade de ler! valeu a dica! :)

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  8. Não sei se eu te beijo ou te bato, porque eu li e agora fiquei curiosa para o resto! u.u

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  9. Adoro história de objetos históricos, é incrível como coisas que foram consideradas como algo 'inútil' um dia, hoje pode ser parte de um dos maiores mistérios da humanidade. E aqui temos a tapeçaria que foi cortada em pedaços durante a Revolução porque ninguém quis comprá-la! :O Já quero ler pra saber TU-DO sobre.
    E na resenha a parte de que a 'besta' está solta exatamente porque a 'prisão' dela, que seria a tapeçaria, não está inteira...
    Pelo tema, história, resenha e etc parece ser um livro cheeeeio de tudo e que não deixa a gente sair de perto dele!

    Beatriz Maria Lunardi
    bia-lnrd@hotmail.com

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  10. Nossa gostei bastante!
    Me parece ser bem legal daqueles que não conseguimos largar nem pra ir ao banheiro XD


    Beijoss
    Fernanda Faria
    colinadotordo@yahoo.com.br
    @colina_do_tordo

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  11. Adorei!
    Espero ganhar esses marcadores!

    Pâmela Müller
    pamela_muller@live.com

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  12. A resenha ficou ótima, o livro parece ser incrível e bate muito com o tipo de literatura que aprecio.
    beijos

    aymee meira
    aymee.meira@gmail.com

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  13. poxa vida deu vontade de ler =(
    parece ter muita ação << isso é o que mais aprecio em um livro >>
    já que não posso ler o livroquem sabe fico com um dos marcadores =)

    Rafael de Oliveira Ramos
    raffaellramos@gmail.com

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